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quinta-feira, 7 de junho de 2012

ENTREVISTA DE WAGNER SOBRE A GREVE DOS PROFESSORES DA BAHIA. ASSISTA E TIRE SUAS PRÓPRIAS CONCLUSÕES.

ENTREVISTA DE WAGNER SOBRE A GREVE DOS PROFESSORES DA BAHIA. ASSISTA E TIRE SUAS PRÓPRIAS CONCLUSÕES.


ATIVIDADES - DIA 05/06 - CURSO PREPARATÓRIO PARA O CONCURSO DA PM

CURSO PREPARATÓRIO PARA O CONCURSO DA PM

ATIVIDADES - DIA 05/06

Considere as informações do texto abaixo para responder às questões 1 e 2:
Os sobrenomes de Ana, Beatriz e Carla são, respectivamente, Arantes, Braga e Castro, mas não
necessariamente nesta ordem. A de sobrenome Braga, que não é Ana, é mais velha que Carla e a de
sobrenome Castro é a mais velha das três.
1. Os sobrenomes de Ana, Beatriz e Carla são, respectivamente:
a) Arantes, Braga e Castro;
b) Arantes, Castro e Braga;
c) Castro, Arantes e Braga;
d) Castro, Braga e Arantes;
e) Braga, Arantes e Castro.

2. Nomeando-as em ordem crescente de idade, teremos:
a) Ana, Beatriz e Carla;
b) Carla, Ana e Beatriz;
c) Beatriz, Carla e Ana;
d) Ana, Carla e Beatriz;
e) Carla, Beatriz e Ana.

3. Três rivais, Ana, Bia e Cláudia, trocam acusações:
A Bia mente - diz Ana.
A Cláudia mente - Bia diz.
Ana e Bia mentem - diz Cláudia.
Com base nestas três afirmações, pode-se concluir que:
a) apenas Ana mente;
b) apenas Cláudia mente;
c) apenas Bia mente;
d) Ana e Cláudia mentem;
e) Ana e Bia mentem.

ATIVIDADES DO DIA 05/06


1) Se Iara não fala italiano, então Ana fala alemão. Se Iara fala italiano, então ou Ching fala chinês ou Débora fala dinamarquês. Se Débora fala dinamarquês, Elton fala espanhol. Mas Elton fala espanhol se e somente se não for verdade que Francisco não fala francês. Ora, Francisco não fala francês e Ching não fala chinês. Logo,
a)Iara não fala italiano e Débora não fala dinamarquês.
b)Ching não fala chinês e Débora fala dinamarquês.
c)Francisco não fala francês e Elton fala espanhol.
d)Ana não fala alemão ou Iara fala italiano.
e)Ana fala alemão e Débora fala dinamarquês.


2) Um agente de viagens atende três amigas. Uma delas é loura, outra é morena e a outra é ruiva. O agente sabe que uma delas se chama Bete, outra se chama Elza e a outra se chama Sara. Sabe, ainda, que cada uma delas fará uma viagem a um país diferente da Europa: uma delas irá à Alemanha, outra irá à França e a outra irá à Espanha. Ao agente de viagens, que queria identificar o nome e o destino de cada uma, elas deram as seguintes informações:
A loura: "Não vou à França nem à Espanha".
A morena: "Meu nome não é Elza nem Sara".
A ruiva: "Nem eu nem Elza vamos à França".
O agente de viagens concluiu, então, acertadamente, que:

a)A loura é Sara e vai à Espanha.
b)A ruiva é Sara e vai à França.
c)A ruiva é Bete e vai à Espanha.
d)A morena é Bete e vai à Espanha.
e)A loura é Elza e vai à Alemanha.


5) Ou Lógica é fácil, ou Artur não gosta de Lógica. Por outro lado, se Geografia não é difícil, então Lógica é difícil. Daí segue-se que, se Artur gosta de Lógica, então:

a)Se Geografia é difícil, então Lógica é difícil.
b)Lógica é fácil e Geografia é difícil.
c)Lógica é fácil e Geografia é fácil.
d)Lógica é difícil e Geografia é difícil.
e)Lógica é difícil ou Geografia é fácil.

domingo, 20 de maio de 2012

EXERCÍCIOS DE LÓGICA - CPM



 
GABARITO
2. d -  3. b -  4. e - 5. e - 6. e - 7. c
8. a) O tempo não será frio ou não será chuvoso.
b) Ela não estudou muito e não teve sorte na prova.
c) Maria é morena e Regina não é baixa.
d) O tempo está chuvoso e não está frio.
e) Algum corvo não é negro.
f) Algum corvo não é negro.
g) Nenhum sapo é bonito.
h) Todas as vidas são importantes.
9. c - 10. a



EXERCÍCIOS

1. Represente com diagramas de conjuntos:
a) algum A é B;
b) algum A não é B;
c) todo A é B;
d) se A, então B;
e) nenhum A é B.

2. Considere as sentenças abaixo:
I. 3 + 1 = 4 e 2 + 3 = 5
II. 6 > 2 e 7 < 3
III. 2 = 3 e 5 < 0
a) todas são falsas;
b) I e II são falsas;
c) somente III é falsa;
d) somente I é verdadeira;
e) I e II são verdadeiras.

3. Considere as sentenças abaixo:
I. 5 + 1 = 6 ou 4 – 4 = 0
II. 2 + 2 = 5 ou 7 > 2
III. 3 = 5 ou 8 < 6
a) somente I é verdadeira;
b) somente III é falsa;
c) todas são verdadeiras;
d) todas são falsas;
e) I e III são falsas.

4. Considere as proposições abaixo:
I. 3 + 4 = 7 ou 2 + 2 = 4
II. 8 < 4 e 6 > 3
III. 6 < 0 ou 3 = 4
Assinale a única alternativa correta:
a) todas as proposições são falsas;
b) somente III é falsa;
c) somente II é falsa;
d) I e II são falsas;
e) I é falsa ou II é falsa.

5. Assinale a única sentença falsa.
a) Se 2 é par, então 3 é ímpar.
b) Se 5 é inteiro, então 3 é menor que 5.
c) Se 8 é ímpar, então 7 é maior que 3.
d) Se 13 é par, então 2 é ímpar.
e) Se 10 é par, então 6 é maior que 20.

6. A negação de "todos os homens são bons motoristas” é:
a) todas as mulheres são boas motoristas;
b) algumas mulheres são boas motoristas;
c) nenhum homem é bom motorista;
d) todos os homens são maus motoristas;
e) ao menos um homem é mau motorista.

7. Assinale a assertiva incorreta.
a) A negação de "2 é par e 3 é ímpar" é "2 não é par ou 3 não é ímpar".
b) A negação de "5 é primo ou 7 é par" é "5 não é primo e 7 não é par".
c) A negação de 2 ≥ 5 é 2 ≤ 5.
d) A negação de "existe um número primo par" é "qualquer número primo não é par".
e) A negação de "nenhum número é inteiro" é "algum número é inteiro".

8. Dê uma negação para cada uma das proposições abaixo.
a) O tempo será frio e chuvoso.
b) Ela estudou muito ou teve sorte na prova.
c) Maria não é morena ou Regina é baixa.
d) Se o tempo está chuvoso então está frio.
e) Todos os corvos são negros.
f) Nenhum triângulo é retângulo.
g) Alguns sapos são bonitos.
h) Algumas vidas não são importantes.

9. Assinale a alternativa que contém um argumento válido.
a) Alguns atletas jogam xadrez.
Todos os intelectuais jogam xadrez.
Conclusão: Alguns atletas são intelectuais.

b) Todos os estudantes gostam de Lógica.
Nenhum artista é um estudante.
Conclusão: Ninguém que goste de Lógica é um artista.

c) Se estudasse tudo, eu passaria.
Eu não passei.
Conclusão: Eu não estudei tudo.

d) Se estudasse tudo, eu passaria.
Eu não estudei tudo.
Conclusão: Eu não passei.

10. Considere as premissas:
P1. Os bebês são ilógicos.
P2. Pessoas ilógicas são desprezadas.
P3. Quem sabe amestrar um crocodilo não é desprezado.
Assinale a única alternativa que é uma conseqüência lógica das três premissas apresentadas.
a) Bebês não sabem amestrar crocodilos.
b) Pessoas desprezadas são ilógicas.
c) Pessoas desprezadas não sabem amestrar crocodilos.
d) Pessoas ilógicas não sabem amestrar crocodilos.
e) Bebês são desprezados.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

OFICINA DE MATEMÁTICA

Objetivo Geral;
Formar professores do 1º ao 5º ano para trabalhar com os conteúdos de matemática do primeiro segmento do Ensino Fundamental.   
Objetivos Específicos;
•Ampliar o leque de problemas de adição e subtração para propor aos alunos;
•Trabalhar questões que envolvam os diferentes sentidos dessas operações, como juntar, agregar, ganhar, avançar, tirar, perder e retroceder;
•Analisar as diversas relações que os alunos colocam em jogo ao resolver problemas;
•Propor desafios que sejam ajustados aos conhecimentos que as crianças dispõem e aos que se espera que coloquem em ação;
•Considerar as variáveis que interferem na complexidade das situações de adição e subtração ao planejar as aulas.  
Conteúdos Trabalhados;
Análise de enunciados; Diferentes sentidos de adição e subtração; Estratégias de cálculo para resolver problemas de adição e subtração;
Tempo Estimado;
Duração de dois ACs (04 horas – 02 horas cada AC).
Material Necessário;
Cópia do material disponibilizado pela revista Nova Escola; Livro didático utilizado na escola; Material audiovisual disponibilizado na internet, no site domínio público;
Desenvolvimento;
Abertura com uma dinâmica: (a escolher) Vídeo: Conversa de professor - Significado das operações - Adição e Subtração. Discursão sobre o “Significado de saber somar e subtrair”. Levantamento de como os professores ensinam essas operações na escola. Formar grupos para debater as afirmações abaixo:
O ensino do campo aditivo
•Ao ensinar as operações, uma boa estratégia é fazer uma lista de palavras-chave que auxiliem os alunos na interpretação de enunciados dos diferentes problemas.
•É necessário ensinar, primeiro, as técnicas para resolver contas de adição e subtração e só depois os alunos vão solucionar problemas que envolvam essas operações.
•A adição e a subtração podem ser definidas como as ações de acrescentar e tirar, respectivamente. Entrega de uma lista com problemas;
- Debater, discutir e agrupar os problemas parecidos e informar os critérios utilizados.
- Leitura dos PCNs “Operações com Números Naturais – Adição e Subtração: Significados”. Disponível no site www.novaescola.org.br/gestao.
- Elaboração de um diagnóstico sobre o que as crianças já sabem para resolver problemas de adição e subtração. Texto: “Diagnóstico inicial: Você sabe o que eles já sabem?
- Discursão considerando as variáveis que interferem na complexidade dos problemas para cada turma: o tamanho dos números se são redondos ou não, o conjunto numérico envolvido, o contexto do problema e a ordem e a apresentação das informações.
Problemas:
1.Pedro tinha 15 figurinhas em seu álbum. Ganhou algumas e agora tem 33. Quantas figurinhas ele ganhou? (2º ano).
2.Pedro tinha 15 figurinhas em seu álbum. Ganhou 5 de um amigo. Quantas figurinhas tem agora? (1º ano).
Examinar o quadro (em grupo) Análise e registros dos resultados. Tabular os dados. Refletir considerando as seguintes questões:
1.Que estratégias os alunos utilizaram para resolver o problema? Quais chamaram sua atenção? Por que?
2.As crianças resolveram os problemas conforme as suas expectativas?
3.O que você antecipou que de fato aconteceu? O que não aconteceu? - Leitura da sequência didática proposta. - Adaptação da sequência proposta a realidade de cada um. - Pequena análise do livro trabalhado em sala.
Avaliação;
Auto avaliação e discursão sobre a importância da oficina.
Fonte de pesquisa;
Revista Nova Escola – www.novaescola.org.br/gestao. Livros: Análise de erros – o que podemos aprender com as respostas dos alunos. Fundamentos Teóricos e Metodológicos da Matemática – Material da ULBRA.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

PROJETO ESCOLA COMUNITÁRIA

1.IDENTIFICAÇÃO Esse projeto visa desenvolver ações voltadas para o regresso e permanência da família no ambiente escolar, intensificando a construção de uma cultura de paz por meio da integração escola / comunidade. 1.1 DURAÇÃO O projeto será aplicado durante o ano de 2011. 1.2 CONTEXTO A Escola Municipal Isbela Freire Pimentel está situada na rua Dr. Edmundo Lopes de Castro, n. 370, no bairro Birindiba considerado periférico próximo de outros bairros carentes, atendendo conseqüentemente a alunos residentes nesses bairros: Sócrates Rezende, Antonio Osório, Birindiba e Jardim Burundanga. O bairro Birindiba não apresenta desenvolvimento econômico, possui pequenos estabelecimentos comerciais – oficinas, vendas (importante ressaltar que há uma delas na rua da escola considerada a mais velha, aproximadamente 20 anos), comercial de mariscos e pescados, central de moto táxi, bares. Também possui igrejas evangélicas, terreiro de candomblé, associação de moradores, etc. A maioria dos alunos da escola Municipal Isbela Freire Pimentel vem de famílias desprovidas de muitos recursos financeiros, filhos de domésticas, manicure, trabalhadores informais, moram em bairros pobres. Alguns moram com avós, só com a mãe e irmãos, com padrastos, e poucos com a mãe e o pai. Apesar dos obstáculos presentes na organização escolar – econômico, político, social, familiar – as professoras estão satisfeitas com o papel que vêm desempenhando no processo ensino – aprendizagem, visto que mudanças são percebidas durante todo o processo. No entanto, ainda é preciso acontecer muitas transformações na vida escolar e social dos alunos, muitas barreiras precisam ser quebradas, uma vez que nem todos os objetivos educacionais são alcançados, por falta de integração e contextualização da família/cultura e escola. 2. JUSTIFICATIVA A escola é uma instituição vinculada a um processo histórico e a um macro sistema político e, portanto são alvo de exigências econômicas, políticas, sociais e culturais para que cumpra eficaz e eficientemente seu papel de desenvolver as potencialidades físicas, cognitivas e afetivas dos educandos por meio do ensinar-aprender-ensinar, formando-os dentro de uma perspectiva humanista, crítica e cidadã. Esse projeto se justifica por contribuir para a humanização da escola, através da promoção da melhoria da qualidade da educação, enfatizando o diálogo, cooperação e participação entre os alunos, pais e equipes de profissionais que atuam na escola. Reduzindo desta forma a violência, a vulnerabilidade sócio – econômica , a evasão e a repetência. 3. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A escola é um bem público e a comunidade deve percebê-la como tal e apropriar-se do seu espaço para a socialização de saberes e o exercício da cidadania. LIBÂNEO (2003; 296) afirma que “As escolas situam-se entre as políticas educacionais, as diretrizes curriculares, as formas organizativas do sistema e as ações pedagógico-didáticas na sala de aula.” Dessa forma é necessário que haja coerências entre as decisões tomadas no próprio espaço escolar e as oriundas das instâncias normativas superiores de forma a viabilizar e otimizar o processo educativo. A gestão e a organização escolar devem, portanto, estabelecer um modelo de gestão instituído a partir da cultura interna ou dos órgãos administrativos que pode ser: técnico-administrativo; autogestionária; interpretativa ou democrático participativo. Esta última norteadora desse projeto, por representar a definição de objetivos coletivamente estabelecidos, gestão participativa, busca de objetividade, qualificação e competência, direção e avaliação mútua, acompanhamento e avaliação sistemáticos dos processos que garantam o alcance dos resultados anteriormente estipulados e a ênfase nas tarefas e nas relações. O projeto político pedagógico deve responder às necessidades e ideais da população, não pode ser elaborado dissociado da realidade e deve possuir e realizar as suas funções, para dessa forma os gestores escolares não se responsabilizarem para executar uma função que não é sua e abranger a autonomia pedagógica e política através da ampliação do PPP escolar. Considera-se esse posicionamento favorável à melhoria da qualidade de ensino e a um relacionamento sadio entre os atores que promovem ou fazem uso das ações educativas no âmbito escolar. O currículo é o instrumento teórico que norteia as ações a serem desenvolvidas no cotidiano escolar. Goodson (1995) aborda que o currículo está inserido num contexto social e cultural e que o conhecimento proposto e adquirido em sala de aula está inserido nesse mesmo contexto. O currículo implica relações de poder e por isso não é neutro, portanto o processo de ensino – aprendizagem é resultante de um conjunto de valores impressos pela cultura escolar e social. A noção de cultura está relacionada a compreensão dos diferentes modos de vida e dos valores defendidos por outras sociedades. “O conceito de cultura visava, como visa realmente, derrubar o etnocentrismo do homem ocidental, no sentido de criar pontes de comunicação e compreensão com outras formas de ser historicamente” (Whitaker, 2002, p. 15-16). A escola pública existe dentro de um contexto histórico, pertencendo ao “povo”, o qual luta por condições de acesso e de permanência na escola. 4. OBJETIVOS 4.1 GERAL Oportunizar o acesso à escola aos finais de semana possibilitando o intercâmbio de saberes e espaços para a formação da cidadania. 4.2 ESPECÍFICOS • Promover a inclusão social; • Vitalizar a escola através de ações participativas e prazerosas; • Possibilitar o diálogo entre saberes populares e escolarizados; • Contribuir para a redução da violência na comunidade escolar; • Conscientizar para uma efetiva luta pela autonomia e conquista dos direitos assegurados por lei; 5. METODOLOGIA Será realizada através dos seguintes passos: • Entrevista com a comunidade sobre as suas reais necessidades; • Reunião com a comunidade para informar os resultados obtidos e discutir propostas; • Montar grupos temáticos com pais de acordo com as habilidades e interesses; • Recorrer aos órgãos competentes para que fiquem cientes das necessidades da comunidade e disponibilizem recursos; • Operacionalizar as ações. 6. ESTRATÉGIAS Sugestões prévias da escola : • Oficina de reciclagem – Palestra sobre o tema, com dicas para que os alunos e familiares possam adotar medidas simples de redução do lixo nas escolas e residências; Parceria com a UESC; Finalização com uma exposição de objetos reciclados, feitos pelos pais. • Sessão de atividades físicas para pais e responsáveis a fim de incentivar práticas esportivas e uma vida saudável; • Convidar pais e avós de alunos para um bate papo sobre brincadeiras do passado, culinária, etc. Expor os alimentos na mesma feira de objetos reciclados; • “Festival de arte” – pais talentosos serão convidados para organizarem esse festival com os alunos, explorando, entre outros, os elementos culturais da localidade; • Propor pesquisa de identidade cultural e familiar – história da família, profissões, credo, onde e em que condições vivem, aspectos positivos (atitudes criativas de solidariedade e união), e negativos (violência intra familiar, alcoolismo, desemprego, etc.), os momentos de transformação e mudança na família, a relação da família e da comunidade com a escola. Com esse material pode-se organizar uma apresentação preparada pelos alunos para os pais, fazendo um grande resgate da história da comunidade. 7. CRONOGRAMA (ELABORAR DE ACORDO COM AS DATAS DO CALENDÁRIO ESCOLAR) 8. AVALIAÇÃO Por meio de observação, análise, reflexão e registro das manifestações intelectuais durante o processo de duração do projeto, buscando sempre a harmonia entre os objetivos propostos e as reais necessidades na relação escola / comunidade. 9. CONSIDERAÇÕES FINAIS A educação por se caracterizar como um trabalho dinâmico, não admite um último e definitivo conceito, um ponto final e, vem mudando sua face para atender às mais diversas características estampadas atualmente no cenário sócio - econômico e cultural, no qual os sujeitos desenvolvem a sua consciência, sua identidade, buscando espaço para expressão pessoal e para leitura do mundo que o cerca. As atividades propostas embasadas em pressupostos teóricos são alguns indicadores possivelmente auxiliar do projeto Escola comunitária que poderão servir para nortear a prática das ações elencadas. 10. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS GOODSON, I.F. Etimologias, Epistemologias e o emergir do currículo. In: Goodson, I.F. Currículo: Teoria e História. Petropólis: Vozes, 1995. WHITAKER, D.C.A. Cultura e doença mental. In: D’INCAO, M.A. A doença mental e a sociedade: uma discussão interdisciplinar. Rio de Janeiro: Graal, 1992. SOUZA, Eliana Maria de Melo; CHAQUIME, Luciane penteado; LIMA, Paulo Gilberto Rodrigues de (Org.). Série Temas em Sociologia, 2003.

domingo, 4 de setembro de 2011

Professor: A quantas andam sua Saúde, Física e Mental

Autor: Silvia Garcia

Já falei sobre as Dificuldades de Aprendizagem e suas possíveis causas, com foco na Criança e sua Família. No entanto, não podemos esquecer do Protagonista desta história, o Professor. Para desempenhar bem seu papel deveria ser mais bem preparado psicologicamente.,mas não é isto que acontece, a maioria das vezes ele é incompreendido e massacrado por baixas condições de trabalho em salas com número excessivo de alunos, baixos salários, indisciplina e violência fazendo com que se sinta isolado e perdido, mesmo estando entre uma multidão. Com isto, os professores adoecem. Apresentam altos índices de estresse e depressão, fazendo com que se afastem das salas de aula; trazendo prejuízos para todos, Ele próprio, Escola e Crianças. É possível buscar soluções para reverter , prevenir ou amenizar, para tal deve se tratar as causas das doenças decorrentes desta profissão. Você já ouviu falar na Síndrome de Burnout, ou síndrome do Esgotamento Profissional, que afeta mais de 15% dos docentes?

O portador de Burnout mede a auto-estima pela capacidade de realização e sucesso profissional, o desejo de ser o melhor, inicia com satisfação e prazer, perdendo o entusiasmo quando não existe o reconhecimento. A realização profissional é transformada em obstinação e compulsão.

São doze os estágios de Burnout:

  1. Necessidade de se afirmar
  2. Dedicação exagerada - quer fazer tudo sozinho
  3. Descaso com as necessidades pessoais - comer, dormir, sair com os amigos começam a perder o sentido
  4. Recalque de conflitos - apresenta manifestações físicas, por reconhecer que algo não está bem, mas não enfrenta o problema
  5. Desvalorização: lazer, casa, amigos a medida da auto-estima é o trabalho, seus valores mudam
  6. Negação de problemas - os outros são completamente desvalorizados e tidos como incapazes. Os contatos sociais são repelidos, cinismo e agressão são os sinais mais evidentes
  7. Recolhimento; isolamento, fuga dos conflitos
  8. Mudanças de comportamento
  9. Perde a identidade
  10. Vazio interior
  11. A vida perde o sentido; Depressão - indiferença, desesperança, exaustão.
  12. A síndrome do esgotamento profissional é um colapso físico e mental; é caso de emergência e deve buscar ajuda médica e psicológica com urgência.

É uma exaustão física e emocional que começa com um sentimento de desconforto, aumentando à medida que a vontade de lecionar gradualmente diminui. Pode ser reconhecida pela Ausência de fatores motivacionais:

  • Energia
  • Alegria,
  • Entusiasmo,
  • Satisfação,
  • Interesse,
  • Vontade,
  • Sonhos para a vida,
  • Idéias,
  • Concentração, memória
  • Autoconfiança , instabilidade de humor.

Causas de estresses nos professores:

  • Políticas inadequadas da escola para casos de indisciplina
  • Atitude e comportamento dos administradores
  • Avaliação dos administradores e supervisores
  • Atitude e comportamento de outros professores e profissionais
  • Carga de trabalho excessiva
  • Oportunidades de carreira pouco interessantes
  • Desvalorização da profissão de professor
  • Falta de reconhecimento por uma boa aula ou por estar ensinando bem
  • Alunos barulhentos
  • Lidar com os pais

Efeitos do estresse

  • Sentimento de exaustão;
  • Sentimento de frustração;
  • Sentimento de incapacidade;
  • Carregar o estresse para casa;
  • Sentir-se culpado por não fazer o bastante;
  • Irritabilidade.

O professor pode lidar com o estresse e diminuir o efeito dele:

  • Realizar atividades de relaxamento
  • Organizar o tempo e decidir quais são as prioridades
  • Manter uma dieta equilibrada ou balanceada e fazer exercícios
  • Discutir os problemas com colegas de profissão
  • Tirar o dia de folga
  • Procurar ajuda profissional na medicina convencional ou terapias alternativas
  • Dar tempo aos professores para que eles colaborem ou conversem
  • Prover os professores com cursos e workshops
  • Fazer mais elogios aos professores, reforçar suas práticas e respeitar seu trabalho
  • Ter mais assistência da escola
  • Devem ser envolvidos nas decisões da escola , melhorando a comunicação com a escola.

Conclusão : A Sindrome de Burnout de professores relaciona-se com as condições de trabalho, as quais afetam o desempenho profissional.

Procure se informar, você pode estar acometido e não sabe.Busque um Profissional que possa te orientar.

E no Decreto de Goldman – Decreto 55727?

"O decreto regulamenta a lei 12.048, de 2005, que garante aos servidores públicos de São Paulo, melhor qualidade de vida, promoção de saúde e prevenção de doenças relacionados ao trabalho."

E em Minas Gerais já existe algo parecido? Vale a pena conferir!!!

/ciencia-artigos/professor-a-quantas-andam-sua-saude-fisica-e-mental-5170598.html

Perfil do Autor

Fonoaudióloga 30 anos de Experiência Atuando nas Áreas de

  • Voz, Fala, Audição.
  • Comunicação Oral e Escrita.
  • Distúrbios De Aprendizagem e Neurológicos.
  • Comunicação Virtual

domingo, 17 de julho de 2011

Convocação: Concurso para professor do Estado da Bahia

Lista de documentos e os exames obrigatórios:


1 – Convocar os candidatos, dos municípios do Interior do Estado, por ordem de classificação e por DIREC/Pólo/Disciplina, para entrega da documentação listada abaixo, conforme item 5 do Edital de Abertura de Inscrições - SAEB/02/2010 de 06 de outubro de 2010.

  • Certificado de Antecedentes Criminais, das Secretarias da Segurança Pública dos Estados em que o candidato houver residido nos últimos 5 (cinco) anos;
  • Carteira de Identidade;
  • Certidão de Casamento ou de Divórcio;
  • Certidão de Nascimento de filhos menores de 18 (dezoito) anos;
  • Certificado de Reservista ou equivalente para o sexo masculino;
  • Titulo de Eleitor e comprovante de regularização com a Justiça Eleitoral;
  • Diploma devidamente registrado de conclusão de curso de nível superior de Licenciatura especifica para a disciplina a qual concorreu, expedido por instituição de ensino reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC);
  • C.P.F;
  • N° do PIS/PASEP;
  • Dados de conta bancária: número de conta e da agência no Banco do Brasil;
  • Comprovante de residência;
  • 01 (Uma) foto 3X4;
  • Último contracheque e declaração informando os horários caso tenha vínculo com Órgão Público, Autarquia, Fundação ou Empresa Governamental.

2 - Os candidatos deverão comparecer, munidos da documentação em original e fotocópia listada no item 1 deste edital, nas sede das DIREC (Diretoria Regional de Educação) no periodo de 20/07/2011 a 29/07/2011, no horário das 8h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h30.

3 – Ao comparecer para entrega dos documentos listados no item 1, o candidato receberá ofício de encaminhamento para realização da avaliação pré-admissional na Junta Médica do Estado da Bahia, oportunidade em que deverá apresentar os seguintes exames:
EXAMES
VALIDADE DO EXAME
Hemograma
3 meses
Glicemia
3 meses
Sumario de Urina
3 meses
Parasitológico de Fezes
3 meses
Acuidade Visual (emitida por médico Oftalmologista)
3 meses
Raio-X de Tórax (PA) com Laudo
6 meses
Mamografia com Laudo (mulheres a partir dos 40 anos)
12 meses
PSA (Homens a partir dos 40 anos)
6 meses
Eletrocardiograma com laudo (a partir dos 40 anos)
6 meses
Videolaringoscopia com laudo
6 meses
Audiometria Tonal e Vocal
6 meses

Quando a Inclusão Sai dos Trilhos: Uma Análise Crítica da Política Educacional Brasileira

Por Prof. NPp. Márcio Bandeira Neuropsicopedagogo | Psicopedagogo Clínico e Institucional Introdução A inclusão escolar é, sem dúvida, u...