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quinta-feira, 2 de junho de 2011

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sábado, 14 de maio de 2011

Níveis do Processo de Aquisição da Escrita

Segundo Emília Ferreiro, a criança constroi a linguagem escrita, passando em seu desenvolvimento pelos mesmos estágios que a humanidade para chegar ao sistema alfabético de escrita, (Escrita Pictográfica, Escrita Ideográfica, Escrita Logográfica, Escrita Silábica e Escrita Alfabética).
Evolução de Níveis no Processo de Aquisição da Escrita (Segundo Ferreiro):
1. Nível Icônico - Caracteriza-se pela utilização de desenhos para a representação da esrita. A criança ainda não diferencia o desenho da escrita e o utiliza sempre que desejar escrever.
2. Nível Pré-silábico - Refere-se a toda escrita que não busca correspondência sonora de forma sistemática. Neste nível de escrita a criança pode apresentar:
1. Grafismos primitivos e escritas unificadas ou sem controle de qualidade;
2. Escritas fixas;
3. Escritas diferenciadas (com o predomínio de grafia convencional);
4. Escritas diferenciadas, com valor sonoro inicial.
3. Nível Silábico - Corresponde às etapas logográfica e fonográfica da história da escrita na humanidade. neste nível existe a tentativa de corresponder grafia e unidade sonora (geralmente um sinal gráfico para cada silaba), o que não exclui problemas derivados de exigência de quantidade mínima de letras para se considerar uma palavra. Neste nível de escrita a criança pode apresentar:
1. Escritas silábicas iniciais;
2. Escritas silábicas com marcada exigência de quantidade;
3. Escritas silábicas estritas.
4. Nível Silábico-alfabético - Neste nível coexistem duas formas de fazer a correspondência de sons e grafias: a silábica e a alfabética. Há uma sistematização da correspondência sonora e o critério de quantidade mínim, que afetam marcadamente as produções do nível anterior, aqui compensados pela análise fonética, onde se permite agregar letras sem prejudicar a correspondência sonora, sendo que algumas grafias representam sílabas e outras fonemas. A criança apresenta escritas silábco-alfabeticas.
5. Nível Alfabético - Neste nível a criança deixa de lado a hipótese silábica e permite a formação de correspondência entre fonemas e grafemas, o que não exclui falhas ocasionais no uso do sistema e nem falhas ortográficas. A criança apresenta escritas alfabéticas.


As informações contidas neste texto foram retiradas do livro: Psicopedagogia: Um diálogo entre a psicopedagogia e a educação. Autora: Laura Monte Serrat Barbosa.

BIBLIOGRAFIA UTILIZADA:
BARBOSA, LAURA. PSICOPEDAGOGIA: Um diálogo entre a psicopedagogia e a educação. 2. ed. rev. e ampl. Curitiba: Bolsa Nacional do Livro, 2008.

IMAGENS:
http://www.google.com.br/imghp?hl=pt-BR&tab=wi (Acesso dia 14.05.11).

quinta-feira, 14 de abril de 2011

O racismo no Brasil

Autor: Celia Regina da Costa

Quando alguém não concorda que ainda em nossa sociedade há racismo sem perceber ele já demonstra uma atitude racista, o Brasil foi construído encima de explorações e preconceitos, basta olharmos para o passado e verificamos como os nossos irmãos foram retirados de seus países (Nigéria e outros) e como eles foram transportados dentro de embarcações em alto mar e da forma que foram comercializados em praças públicas e feiras. O Brasil tem um grande débito com os povos indígenas e com os afro-descendentes.


Este débito é impagável, pois muito sangue foi derramado por estes povos, inúmeras incertezas e medos povoaram os corações e almas dos escravizados, tentaram também sufocar a sua cultura e religiosidade, mas apesar de algumas perdas elas estão ainda inseridas na cultura brasileira (samba, capoeira, afoxé e outros) na religião (as mandingas, as rezas cantadas, as benzeções, o Candomblé e a Quimbanda) e sem falar da presença africana na culinária (feijão, feijoada, carne de porco, quiabo e outros). Não podemos agir com atitudes preconceituosas um com os outros e principalmente com as crianças, infelizmente muitos profissionais da educação (professores, coordenadores, diretores e outros) não agem em pé de igualdade com as crianças, o olhar é diferente quando lançado a uma criança negra, salvo exceções, há excelentes profissionais , mais existem aqueles que julgam e condenam uma criança pela cor ou pela sua condição humana. O chão da escola tem que ser democrático e livre, pois nele há inúmeras diversidades e a educação tem que ter um olhar de amor e dedicação para todas nelas incluídas. O negro, o índio, o homossexual, o deficiente físico ou o diferente não poderá ficar renegado ou esquecido, não oportunizando a ele participar do processo.


Quando o Brasil foi Colônia de Portugal, ele foi somente fornecedor de matérias primas e riqueza, neste momento o negro e o índio serviam para trabalhar e enriquecer a coroa portuguesa.


Mas é necessário que este negro e este índio que foi força de trabalho para a construção do Brasil seja reconhecido como verdadeiros cidadãos brasileiros.

http://www.artigonal.com/educacao-online-artigos/o-racismo-no-brasil-3651888.html


Perfil do Autor

Pedagoga Célia Regina da Costa – Escola Estadual Deputado Emanuel Pinheiro- Várzea Grande/MT


Geógrafa Celma Aparecida da Costa – Escola Estadual Antônio Cesário de Figueiredo Neto- CEJA Cuiabá - MT

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

FELIZ 2011


Ter verdadeiro sucesso na vida é: rir muito e muitas vezes; ganhar o respeito de pessoas inteligentes; gozar do carinho de meninos; ganhar o reconhecimento de pessoas qualificadas e saber suportar a traição de falsos amigos; apreciar a beleza; procurar o melhor nos demais; deixar o mundo um pouco melhor de como o encontraste - com um filho são, um jardim bonito ou uma pessoa mais feliz; saber que ao menos alguém viveu melhor graças a ti.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

FELIZ 2011 A TODOS

"Para sonhar um ano novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre."

Carlos Drummond de Andrade

Quando a Inclusão Sai dos Trilhos: Uma Análise Crítica da Política Educacional Brasileira

Por Prof. NPp. Márcio Bandeira Neuropsicopedagogo | Psicopedagogo Clínico e Institucional Introdução A inclusão escolar é, sem dúvida, u...